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Haddad celebra queda do dólar: “Comunicação bem feita melhora tudo”

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Após uma série de agendas ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta quarta-feira (3/7), o ministro Fernando Haddad, da Fazenda, disse que “comunicação bem feita melhora tudo”. A fala foi feita em resposta a questionamentos de jornalistas sobre a queda do dólar.

Haddad fez uma passagem rápida no Ministério da Fazenda, após passar o dia no Palácio do Planalto, e voltou para a sede do Poder Executivo para uma nova reunião no início da noite.

O dólar fechou o dia em queda de 1,71%, cotado em R$ 5,56, com mínima que atingiu R$ 5,54. Com isso, a moeda americana deu uma trégua às constantes elevações registradas nos últimos dias. Ainda assim, ela avançou 14,75% neste ano. Por volta das 17h30, a Bolsa brasileira (B3) também operava no campo positivo, em alta de 0,70%, aos 125.661 pontos.

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Lula e Haddad

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A primeira-dama Janja, o presidente Lula e o ministro Paulo Teixeira

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O presidente Lula ao lado dos ministros Paulo Teixeira e Fernando Haddad

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Lula e Paulo Teixeira

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Lula e a primeira-dama, Janja, ao lado dos ministros Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) e Rui Costa (Casa Civil)

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Lula e Haddad

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

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Ao longo do dia, o mercado acompanhou com atenção os desdobramentos da reunião entre o presidente e seu ministro da Fazenda, além de outros integrantes da equipe econômica do governo. Nos últimos dias, Lula fez seguidas críticas ao presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, e ao mercado, o que não voltou a ocorrer nesta quarta-feira.

Ao contrário. Em evento no Planalto, Lula afirmou que a responsabilidade fiscal é “um compromisso do governo”. “A gente não joga dinheiro fora”, disse o petista.

Externo também deu alívio

Além disso, dados sobre a criação de empregos nos Estados Unidos também reduziram as turbulências no mercado brasileiro. A economia americana criou 150 mil postos de trabalho em junho, ante uma expectativa de 160 mil do mercado.

Esse tipo de informação fornece indícios, ainda que tênues, de desaquecimento da economia americana, o que contribui para alimentar a expectativa de uma redução da taxa de juros dos EUA – algo positivo para economias emergentes, como é o caso do Brasil (leia mais sobre o assunto neste link).

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