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    SINAIS NA TERRA E FENÔMENOS NO CÉU APONTAM INÍCIO DA INVERSÃO MAGNÉTICA

    Os cientistas tentam amenizar o fenômeno elétrico e magnético que causará a inversão magnética na Terra. Fenômenos nos céus e sinais na Terra indicam que a inversão ou a reversão dos polos magnéticos já está em andamento. Um dos primeiros sinais diagnosticados pelos cientistas foi o degelo no Oceano Glacial do Ártico, o que levou a elite, ONU e o Vaticano a culparem a sociedade mundial pelo aquecimento da Terra. O vilão e principal culpado deste enredo, montado pela ONU e pelo Vaticano, seria o gás CO2. Entretanto, o gás CO2 é um gás essencial a vida e, portanto não é responsável pelo aquecimento no Ártico.

    A eletricidade na Terra, que gera as correntes elétricas. que por sua vez, dão origem ao campo magnético da Terra, não está presente no núcleo da Terra como supõem os cientistas. A eletricidade na Terra é constituída a partir de um processo eletroquímico, onde os pólos da Terra seriam os eletrodos positivo e negativo ou o ânodo e o cátodo. O mar é a ponte salina ou o elemento eletrolítico que permite que íons positivos e elétrons fluam de um pólo ao outro gerando uma corrente elétrica.

    Esta corrente elétrica gerada por eletroquímica é a corrente que compõe os campos magnéticos da Terra. Neste processo também ocorre uma oxi-redução no ânodo e no cátodo que dão origem ao oxigênio, nitrogênio e hidrogênio. Estes eletrodos estão em curto e a eletrolise sofreu uma perda de corrente elétrica que deu origem a outros gases. A concentração de grande quantidade de metano no Ártico é um sinal de que um dos eletrodos da Terra está em curto circuito. Deste modo conclui-se que a eletrolise no ânodo está produzindo mais metano e menos oxigênio e menos nitrogênio.

    Este curto circuito no eletrodo norte está descarregando toda a eletricidade da Terra. Desta forma, a corrente elétrica produzida neste eletrodo está se esvaindo completamente do pólo. Ao contrário do polo Norte, a carga de eletricidade no eletrodo Sul, tem aumentando. A massa de gelo na Antártica e no Oceano Glacial Antártico aumentou mais de 35 por cento nos últimos meses. Isto ocorre em razão da corrente neste eletrodo estar mais intensa e, portanto, mais sobrecarregada.

    No polo Norte, o curto tem produzido menos corrente elétrica, mais calor e lento descarregamento no circuito. Deste modo, toda a corrente elétrica no eletrodo norte se esvai pelo polo. Esta perda de corrente influi na composição magnética dos campos eletromagnéticos da Terra e, portanto afetam a estrutura que serve como escudo da Terra. Menos corrente, menos campos magnéticos. Menos campo, menos proteção e mais radiação, bem como mais fenômenos elétricos no céu. A Terra possui dois campos magnéticos, um positivo e outro negativo. O positivo está entre 700 e 12 mil km de altitude e o negativo de 12 mil a 65 mil km da superfície da Terra.

    Com o enfraquecimento dois campos magnéticos da Terra, o campo positivo e o campo negativo, o Sol está mais intenso, mais focado e, portanto, mais sobrecarregado de eletricidade. A tensão no Sol gira na casa de 16 septilhões de Yotawatts ou 1,6 × 10 elevado a 49 watts, uma tensão ultra poderosa e que aniquilaria a Terra em questão de segundos. Esta eletricidade poderosa do Sol libera uma série de radiações prejudiciais a vida na Terra. Esta radiação tem penetrado com mais facilidade, alterando deste modo as transmissões por ondas eletromagnéticas na Terra e comprometendo, sobretudo, os sinais de rádio e TV. Esta oscilação também acaba influindo em equipamentos de navegação.

    Parte desta radiação tem causado incêndios em diverso locais da Terra. Os mais recentes aconteçam no ano passado nos estados do Arizona ena Califórnia, EUA. Centenas de hectares queimaram cidades, municípios e bairros inteiros. Centenas de pessoas morreram e ficaram feridas em meio as chamas do misterioso incêndio. Cientistas concluíram que um assoalho vegetal seco e o intenso calor do verão americano possam ter causado estes incêndios. A ignição teria sido o Sol, o mato seco e o calor penetrante na atmosterra terrestre.

    A queda de dois Boings 737 MAX 8 e 9 nestes últimos meses, também é um forte sinal de que fenômenos nos campos magnéticos já estão causando problemas em aviões de grande porte. Os governos americano e canadense suspenderam as operações destes Boings. A alegação é que este modelo apresenta problemas de automação que faz com que o nariz do avião se volte para baixo. Entretanto houve problemas eletrônicos e uma pane nos equipamentos destes aviões. A caixa preta registra esta pane. Deste modo conclui-se que algum campo magnético ou frequência magnética pode ter de fato, r causado esta pane nos equipamentos de navegação dos Boings MAX 8 e 9.

    Sinais sonoros vindo dos céus têm alarmado pessoas em todo o mundo. Cientistas não sabem explicar a origem destes fenômenos. Os sons vindos do céu são assustadores e ocorrem em toda a parte da Terra. Frequências dos campos magnéticos podem estar causando estes efeitos, uma vez que a diminuição de forças magnéticas e as variações dos campos alteram também as frequências dos campos. Durante o último eclipse solar, sons misteriosos ecoaram por toda a Sibéria. Este fenômeno acústico se deu em razão de perturbações magnéticas, onde os campos magnéticos do Sol e da Lua interferiram magneticamente nos campos magnéticos da Terra.

    SINAIS NA TERRA

    Na Terra os sinais de uma inversão magnética têm ocorrido de forma veemente. Na África, rachaduras gigantescas surgem em diversas regiões do continente. As rachaduras gigantes se estendem por vários quilômetros e apareceram de repente no sudeste do Quênia. A fenda, que não para de crescer, dividiu ao meio a estrada Nairobi-Narok e relembrou um fato geralmente esquecido: a África está se dividindo.

    A Terra parece estar dilatando a causando uma gigantesca rachadura que dividirá a áfrica em duas partes, afetando ainda outros continentes da Terra. Geólogos estão confusos e não sabem explicar a origem destas rachaduras. Fala-se na movimentação das placas tectônicas intercontinentais, entretanto não sabem o que estaria causando estas movimentações na Dorsal Meso Atlântica.

    No passado o Brasil começou a se afastar do continente africano, na região conhecida como Chifre da África. Este evento causou a formação de dois novos continentes, o continente sul americano e o continente africano. Cientistas já elaboraram um estudo e um desenho esquemático de como ficará o mapa da Terra após intensos eventos catastróficos que estão por vir. (ver nos links abaixo)

    No Brasil, mais precisamente em Maceió, bairros inteiros estão afundando. Prédios e casas apresentam extensas rachaduras em razão da movimentação mecânica do solo. Na cidade, ruas inteiras estão sendo engolidas pela Terra. As causas das rachaduras e do afundamento do bairro do Pinheiro, em Maceió, ainda são desconhecidas. Alguns dizem que os afundamentos têm origem em uma jazida de sal-gema. Entretanto os geólogos ainda não têm certeza de que esta jazida tenha causado o fenômeno.

    A megnetostrição é um fenômeno magnético que causa mudança de comprimento em materiais ferromagnéticos quando estes estão sujeitos a campos magnéticos. Portanto, a magnetostrição é uma propriedade do material ferromagnético que faz com que ele mude sua forma ou suas dimensões durante o processo de magnetização. A variação da magnetização dos materiais, devido ao campo magnético aplicado, altera a deformação magnetostritiva até atingir seu valor de saturação.

    Este efeito da magnetostrição foi identificado pela primeira vez em 1842 por James Joule ao observar uma amostra de ferro. Este efeito causa perda de energia devido ao aquecimento por atrito em núcleos ferromagnéticos suscetíveis. O efeito também é responsável pelo som de zumbido de baixa frequência que pode ser ouvido vindo de transformadores, onde correntes AC oscilantes, produzem um campo magnético variável.

    A Terra possui muitos materiais ferromagnéticos abaixo do solo, logo este material está sofrendo os efeitos da magnetostrição. Desta forma, esta dilatação tem exercido forças expansivas sobre as placas tectônicas. A Terra está dilatando e este fenômeno magnético é causado não só pelo enfraquecimento do campo magnético da Terra, mas também em razão da intensidade do campo magnético e elétrico do Sol..

    Outro fenômeno identificado e relacionado com a inversão magnética são as descargas de corona nas redes de transmissão elétrica. Estas descargas atingem fios, geradores e transformadores. A descarga de corona é uma descarga elétrica produzida pela ionização de um fluido como o ar. O ar nas redondezas de um condutor se ioniza quando o gradiente elétrico ou a tensão elétrica, excedem um determinado valor, Uma descarga de corona é formada pela emissão de elétrons pelos eletrodos de alta tensão, no qual estes se chocam com os átomos do dielétrico adjacente ao eletrodo. O choque provoca a liberação de novos elétrons, formando um processo chamado de avalanche de Townsend.

    A descarga de corona é semelhante a uma descarga de plasma. O ar em volta de fios, dos geradores e dos transformadores se torna ionizado. Uma cor azulada pode ser vista em torno destes elementos elétricos. A avalanche de elétrons se rompe em seguida, liberando descargas que se incidem sobre fios e transformadores. O efeito luminoso é seguido de curtos circuitos e todo o sistema elétrico entra em colapso. As descargas de corona vêm ocorrendo em diversas partes do mundo. Apagões na Austrália, norte dos EUA e parte da Europa ocorreram em razão de inúmeras descargas de corona na rede. A corona pode gerar ruído audível de radio frequência, principalmente próximo a linhas de transmissão. (ver vídeo no link)

    No Brasil algumas empresas prestadoras de serviços e manutenção de redes de distribuição elétrica apontam que um excesso de tensão nas redes têm provocado danos a equipamentos e fiações. Grande parte destas empresas alegam que dias quentes e de sol intenso, causam a sobrecarga no sistema. Explosões em transformadores e descargas de corona indicam que o problema não é a oscilação da tensão e sim, uma tensão maior, obviamente causada pela incidência do raios de plasma solar e também pela radiação liberada pelo Sol. Com o campo magnético perdendo força, a incidência destes fenômenos só tendem a aumentar.

    Em 2019 a previsão de terremotos, furacões e tsunamis preocupam governos e cientistas. Em Moçambique dias atrás, um furacão arrastou casas e causou a morte de dezenas de pessoas. A previsão para 2019 é que vários furacões, dentre os 45 conhecidos, incidam sobre as regiões do EUA e do México, causando mais mortes e destruição. Há também previsões de novas erupções vulcânicas, tsunamis, tornados, maremotos e terremotos.

    Cientistas disseram em março deste ano que os oceanos da Terra estão explodindo. No hemisfério norte surgiram cinco tormentas nesta semana, entre elas está o perigoso furacão Florence, que se aproxima da costa leste dos EUA, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC, da sigla inglesa) norte-americano. No Atlântico, o Florence (de categoria 2) não está sozinho, porque na parte oriental do oceano está se desenvolvendo o furacão Helene, de categoria 1, que avança na direção nordeste para a Europa. Prevê-se que o Helene perca força durante o seu caminho e chegue à parte ocidental do continente europeu em forma de tormenta, no início da semana que vem.

    No mar do Caribe a tormenta tropical Isaac segue seu curso através das Antilhas Menores. O furacão com ventos de mais de 70 quilômetros por hora segue na direção oeste, embora também se prognostique que possa perder potência e chegue à Jamaica em forma de depressão tropical. No oceano Pacífico, o super-tufão Mangkhut se aproxima da parte norte das Filipinas, onde as autoridades ordenaram a evacuação da população. O meteorologista americano Tim Heller escreveu no Twitter que, durante os 35 anos de sua carreira, “nunca viu tanta atividade ao mesmo tempo nos trópicos”. (Ver nos links abaixo)

    FENÔMENOS NO CÉU

    Fenômenos elétricos no céu têm perturbado pessoas no mundo inteiro. O surgimento de um arco elétrico no céu do Brasil trouxe espanto para a população que observou o fenômeno no céu de São Paulo. O arco elétrico ou arco voltaico é um fenômeno elétrico resultante de uma ruptura dielétrica de um gás ao qual produz uma descarga de plasma, similar a uma fagulha instantânea. Esta fagulha plasmática é resultante de um fluxo de corrente em meio normalmente isolante, tal como o ar. Em uma lâmpada de arco voltaico, este fenômeno é dado como um curto circuito.

    O arco ocorre em um espaço preenchido de gás entre dois elétrodos condutivos (frequentemente feitos de carbono ) e isto resulta em uma temperatura muito alta, capaz de fundir ou vaporizar virtualmente qualquer coisa. No caso deste arco visto nos céus, um dos eletrodos seria o Sol e o outro a Terra. O contato dos eletrodos teria causado o arco elétrico no céu. Isto também confirma a intensa atividade elétrica do Sol dentro dos enfraquecidos campos magnéticos da Terra. (Ver vídeo no link)

    Esferas de plasma foram vistas em algumas regiões da Terra. No Japão filmaram este fenômeno plasmático nos céus. A esfera de plasma apresentava uma cor branca esverdeada e apareceu no céu sobre a cidade japonesa de Niigata. O fenômeno durou cerca de quinze segundos em um céu nublado e carregado de eletricidade. Outros fenômenos envolvendo o plasma surgiram no Brasil, Estados Unidos, México, Japão, Rússia e África. Nos EUA uma chuva de plasmas e descargas elétricas permaneceu por alguns minutos sobre o céu. O mesmo fenômeno foi visto em um vilarejo na Sibéria, na Russia. O fenômeno foi confundido com uma revoada de pássaros voando a noite, mas tal hipótese foi descartada por meteorologistas. Na verdade estas descargas elétricas são definidas como Blue Jets.

    Blue jets ou jatos azuis, são fontes móveis de luz azul plasmática que se desenvolvem lentamente a partir do topo das nuvens onde ocorrem trovoadas ativas. Este fenômeno ocorre em altitudes de 50 km. Os blue starters ou precursores azuis, são breves jatos ascendentes de luz azul que se propagam apenas alguns quilômetros acima da nuvem que os origina e terminam logo abaixo dos 26 km de altitude.

    Outro fenômeno vistos no céu são relativos a modelos de círculos vermelhos e também de círculos compostos de gases que surgem na Rússia. Geralmente ocorrem em regiões próximas ao polo norte magnético. Círculos de poeira e gás ocorrem através de um fenômeno de confinamento magnético destes gases. Este confinamento magnético pode incluir gases, cargas positivas e negativas e deste modo, constituírem-se em anéis de plasma. Este é um tipo de evento luminoso transiente, onde o fenômeno Elf e o fenômeno Sprite formam um círculo com a presença de um tufo ou coluna de raios plasmáticos (Sprites) na parte inferior do círculo(Elf).

    Elfs, Elves ou Elfos, são fenômenos do plasma induzidos pelas descargas elétricas, que ocorrem em altitudes de 90/95 km acima do solo, na parte inferior da ionosterra, podendo também ocorrer a mais de 300 km de distância lateral em relação à trovada. Aparentam ser o resultado da interação entre a ionosterra e o pulso electromagnético (EMP), propagado a partir da descarga, não sendo aparentemente correlacionados com a polaridade do relâmpago fonte.

    Os Sprites ou duendes, aparecem como um conjunto de colunas luminosas vermelhas, de curta duração (50 metros por segundo), que se estendem de 30 a 90 km de altitude. Cerca de 80% dos sprites estão associados a eventos que emitem radiação electromagnética de baixa frequência (ELF) e a descargas positivas nuvem-solo, parecem resultar do retorno de descargas na atmosterra que possuam grandes correntes de pico.

    Plasmas verticais de cor azulada semelhantes e Blue Jets sobem e descem em linhas verticais entre o céu e a Terra. Eventos como estes ocorreram em diversas partes do mundo. EUA, Brasil, Canadá, Japão e Rússia registraram estes fenômenos de plasma vertical. A Terra libera cargas elétricas negativas do solo e estas cargas ionizam gases presentes na atmo terrestre. Estes gases ionizados, na forma de plasma, são atraídos para cima pela ionosterra positiva. O inverso ocorre quando cargas positivas ionizam gases na atmosterra e estes descem atraídos pelo campo negativo da Terra.

    Raios semelhantes a relâmpagos elétricos foram vistos em São Paulo em 2014. O mesmo fenômeno foi visto na Noruega no mês de fevereiro. A Noruega também está próxima do norte magnético da Terra. Em São Paulo treze raios ascendentes, que são descargas que saem do solo e seguem em direção ao céu, foram registrados por pesquisadores em um único dia durante uma tempestade. O fenômeno ocorreu em um intervalo de 45 minutos e foi filmado por meteorologistas. Este tipo de raio ascendente prova que a Terra também está descarregando eletricidade, ou seja: a Terra está em curto circuito e parte de sua eletricidade se esvai da Terra para o espaço.

    Quando uma nuvem de tempestade, carregada de partículas positivas, se aproxima desses pontos, pode de alguma forma promover uma interação que faz com que as partículas elétricas concentradas no solo, sejam irradiadas para as torres ou para os para-raios dos prédios. Por sua vez, estes para-raios e estas torres em terra, liberam uma descarga em direção ao céu. Esse raio chega a medir 2 km de comprimento e, quando encontra a base da nuvem de uma tempestade, forma ramificações que lembram raízes. É uma tentativa” do raio de se conectar com a nuvem.

    A descarga ascendente tem duração de até dois segundos, ou seja, mais que o dobro do tempo que dura um raio comum, que risca o céu por pouco mais de meio segundo. Ainda não se sabe sua potência e intensidade. Mas descargas elétricas normalmente atingem o solo com 100 milhões de volts. Já a intensidade da corrente de um raio é, em média, de 30 mil ampères.

    Vários fenômenos de Ball lightning ou raio globular, surgiram nos céus da China, Japão, EUA e Rússia. Trata-se de um fenômeno elétrico e magnético ainda desconhecido pela ciência. Nikola Tesla foi o único cientista no mundo que reproduziu os raios globulares por três vezes em seu laboratório. Relatos dizem que a bola de plasma finalmente explode, por vezes, com consequências fatais, deixando para trás, o odor de enxofre.

    O mistério das três recentes explosões de sacudiram a Terra na Rússia, Dallas e no Centro-Oeste dos Estados Unidos não é sobre o que causou os eventos – até mesmo os céticos mais ferrenhos estão chamando-os de meteoros ou bólidos. Na verdade são descargas elétricas de grande magnitude, algumas com bilhões de Gigawatts. O que é misterioso é por que esses eventos violentos e visíveis ocorreram em apenas nove dias.

    Em 2018, uma destas descargas de plasma atingiu uma cidade na Rússia. A descarga explodiu antes de chegar ao solo, estilhaçando vidros, arrancando telhados, deslocando carros e arrebentando torres de transmissão. A explosão também incendiou todo o cabeamento elétrico da cidade e rachou paredes de prédios e casas em um raio de 5 km 2. Era uma descarga tipo Blue Jets com pouca intensidade. Se fosse maior teria varrido do estado russo da face da Terra.

    OUTROS EVENTOS

    Na noite de 7 de janeiro de 2018, uma luz azul intensa atravessou as repúblicas da Bascortostão, Udmúrtia e Tartaristão, cidades fortemente povoadas, no sudoeste da Rússia. O incidente foi capturado por câmeras localizadas nos painéis dos automóveis. As câmeras registraram que a noite mudou brevemente para a luz do dia em questão de segundos. O Siberian Times negou que o fenômeno tenha sido responsabilidade do programa militar e espacial russo.

    Estas afirmações são plausíveis, pois poucas testemunhas relataram ter ouvido alguma explosão ou qualquer outro som no evento. Os astrônomos discordaram das possíveis causas, como Yuri Nefefyev, do Observatório Astronômico de Engelhardt, culpando a eletricidade atmosférica, enquanto Sergey Golovkin, do Instituto de Física da Universidade Federal de Kazan, especulou que tenha sido um bólido que tenha queimado na atmosterra sem atingir a Terra. Muitas imagens, muitas controvérsias e conclusões sem explicações. Parece mesmo algo russo. A verdade é que a descarga era de baixa eletricidade e esta foi consumida antes de se aproximar do solo.

    Em Dallas (EUA), uma descarga elétrica rasgou o céu americano e trouxe pânico a população do estado.. O fato ocorreu dia 12 de janeiro deste ano, por volta das 20h34. Um enorme estrondo foi ouvido e dezenas de testemunhas relataram terem visto um enorme clarão antes da explosão. O som da explosão foi ouvido a dezenas de quilômetros dali. Embora houvesse apenas algumas câmeras de segurança, que capturam o evento, o vídeo foi suficiente para convencer o astrônomo Ron DiIulio da Universidade do Norte do Texas de que era um meteoro ou um pedaço de lixo espacial.

    Com base no clarão e no som do estrondo sônico, Dilulio imaginou que a ‘coisa’ era do tamanho de uma toranja. Toranja é uma árvore da família da laranjeira e, portanto, uma descarga elétrica bem menor que a que descarga que passou sobre as repúblicas russas em 2018. Na verdade não havia nenhum lixo espacial envolvido, pois nada foi encontrado pelos moradores.

    Provavelmente esta descarga foi muito menor que aquela que passou sobre o sudeste do estado de Michigan (EUA), em 16 de janeiro, pouco depois das 20h00. Os relatórios do clarão foram enviados para a American Meteor Society dos estados de Michigan, Ohio, Wisconsin, Illinois, Indiana, Pensilvânia e para a cidade de Ontário, no Canadá. Segundo o relatório, o objeto parece ter atingido a atmosterra , quebrado e explodido sobre New Haven, Michigan.

    Embora o Meteoroid Environment Office da NASA tenha estimado que a descarga não tenha mais que dois metros de diâmetro, a verdade é que o impacto e o estrondo sônico foi registrado como um terremoto de magnitude 2.0. O condado de Livingston tremeu e os habitantes correram para as ruas assustados com o impacto e com o estrondo violento que foi ouvido a dezenas de quilômetros.

    Três grandes descargas elétricas em diferentes partes do mundo e todas durante um período de apenas nove dias. Estes fatos poderiam estar relacionados? Não há uma chuva de meteoros conhecida e que esteja em andamento. Então o quê poderia ter causado tudo isto? Embora os eventos pareçam gigantescos para as testemunhas, estes fenômenos espaciais eram de pequeno porte. Por isso estes eventos não foram detectados pelo sistema de alerta americano e muito menos pelos pseudo satélites de meteorologia dos EUA e Rússia.

    Se eram ou não de pequeno porte, o fato é as descargas elétricas do tipo Blue Jets não foram detectadas. As três entraram rasgando os céus dos Estados Unidos e explodiram antes de tocar o solo, Uma destas descargas teria se desintegrado antes de explodir, mas as outras duas arrancaram os americanos de dentro de suas casas e geraram pânico na população local. Isto também significa que o sistema americano não possui tecnologia para identificar descargas elétricas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte.

    Em dezembro de 2018 uma explosão sobre o Pacífico liberou uma energia equivalente a dez bombas de Hiroshima. O impacto da descarga provocou um grande deslocamento de água no oceano que por pouco não provocou um grande maremoto. A descarga explodiu a uns 200 metros da superfície e mesmo assim o deslocamento do ar obteve uma força impressionante.

    Foi o segundo maior incidente do tipo nos últimos 30 anos, e o maior desde o ocorrido em Chelyabinsk, na Rússia, há seis anos. Este evento no Pacífico só não foi maior que a explosão em Tunguska na Sibéria, onde uma descarga de raios elétricos devastou 15 mil hectares de Terra. A explosão no pacífico passou praticamente despercebida, porque se deu sobre o Mar de Bering, no extremo norte do oceano Pacífico.

    Este tipo de atividade elétrica só tende a aumentar a medida que os campos magnéticos perdem força. O quadro de uma chuva de descargas elétricas ou de uma chuva de plasma é algo imprevisível. Basta algumas poucas descargas de plasma com alguns Terawatts de potência para que a Terra seja totalmente aniquilada. O enfraquecimento do campo magnético é uma ameaça a vida na Terra. O colapso magnético seria fatal para os seres humanos e para todos os animais da Terra. Apesar do perigo eminente que ronda a Terra, os cientistas não fazem alarme e tentam amenizar o problema com explicações pouco plausíveis.

    Estas descargas se constituem cientificamente na magnetosterra da Terra. Nesta região há uma grande concentração de prótons. Estas descargas de prótons situam-se basicamente no campo magnético positivo terrestre e descem com fúria sobre a Terra, sempre atraídos pelo campo magnético de atração situado no pólo norte. Geralmente estes fenômenos sempre ocorrem na Sibéria, Canadá, EUA e Groenlândia, ou seja, nas regiões próximas ao polo magnético da Terra.

    Ao se aproximarem dos elétrons concentrados nesta região, os prótons provocam uma espécie de curto circuito elétrico. Um curto de grandes proporções. A descarga explode com muita intensidade e libera uma grande quantidade de energia. A eletricidade destas descargas gira em torno de 1 a 10 Terawatts. Nos pólos a intensidade elétrica das auroras é de 1 a 10 Terawatts. Só para se ter uma ideia, uma bomba de hidrogênio libera uma energia de 100 megawatts. 1Terawatts é centenas e centenas de vezes superior a escala dos megawatts.É uma sopa de prótons e de elétrons em choque, O resultado é algo grandioso e destruidor.

    TIPOS DE DESCARGAS

    Descargas elétricas conhecidas como sprite, ou relâmpago vermelho surgem como rajadas de luz vermelha e são normalmente encontrados em grandes aglomerados em torno de 50-90 km acima da superfície da Terra. Ao contrário de um raio comum, que gera um circuito elétrico contínuo, conforme elétrons de alta energia se movem da nuvem para o solo, sprites são fugazes na natureza, muitas vezes aparecendo por apenas alguns milissegundos, e como ocorrem em regiões bem altas na atmosterra, é muito difícil de serem observados e mais difícil ainda, de serem fotografados.

    Na verdade, sprites não foram documentados até 1989, Sprites são fenômenos de plasma frio, que não possuem as temperaturas quentes de um relâmpago troposférico, por isso eles são mais parecidos com as descargas de tubo fluorescente, do que com as descargas de raios comuns. Este fenômeno tem ocorrido com frequência desde janeiro deste ano e foram vistas em céus americanos, russos e canadenses.

    Cientistas também alertaram para as auroras boreais e austrais e principalmente para a intensidade das auroras no Ártico. Parecem que elas saem do solo. São intensas, parece que a Terra está liberando energia para o espaço. As noites estão mais iluminadas e radiantes. A liberação de tanta energia comprova mais uma vez que a Terra está descarregando, perdendo energia como uma bateria elétrica em curto. Toda esta energia se esvai para o espaço, ao passo que a Terra perde eletricidade e o campo magnético enfraquece. A ciência afirma que estas auroras acontecem em razão do Sol emitir radiação para os polos da Terra. Acredito que há sim, uma troca de elétrons por prótons e que esta troca seja feita entre o Sol e a Terra. A Terra libera elétrons para o Sol e o Sol libera prótons para a Terra.

    Diante de tantas evidências, conclui-se que o processo de inversão magnética já está em andamento. A medida que os campos magnéticos perdem força, descargas de plasma se intensificarão com mais frequência sobre a Terra. Estas descargas terão mais intensidade, podendo destruir cidades e continentes inteiros. O Sol libera muitas partículas de prótons no campo positivo da Terra. Quando o sistema está saturado, ocorre uma liberação de partículas eletricamente carregadas para a Terra. À medida que os campos se enfraquecerem, mais partículas atravessarão o campo, dando origem a centenas de poderosas descargas elétricas na Terra.

    O Sol e a radiação se tornarão mais intensas e desastres poderão ser vistos de norte a sul e de leste a oeste. A Terra irá dilatar em razão do solo ferromagnético e continentes inteiros começarão a rachar. Haverá um degelo intenso no Oceano Glacial do Ártico e muitas regiões costeiras próximas serão engolidas pelo mar. Terremotos farão a Terra inteira tremer. Tsunamis e maremotos serão seguidos por tufões, tornados e furacões intensos. O desequilíbrio elétrico fará muitas pessoas serem eletrocutadas dentro de suas casas. Haverá muita estática no ar, muito calor, queimadas e radiação.

    A inversão magnética é profética quando a bíblia diz que o próximo apocalipse a Terra seria afetada por meio de fogo e chamas ardentes. Este fenômeno de inversão magnética trará muito fogo, descargas de plasma e eventos catastróficos para a humanidade. A Terra passará… Pois nada a destrói. Mas a humanidade corre o risco de ser aniquilada em pelo menos 50% de seus habitantes. Para aqueles que seguem e espalham as mentiras, ou que se amarram aos engôdos, irracionalmente sempre tentando eliminar o Criador da equação, para estes não haverá chão ou raiz para se agarrarem. Será a colheita do Senhor. O momento de separar o joio do trigo.

    Takamoto
    Takamoto
    Fotojornalista, artista marcial, ex-militar, perito criminal.

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